Sexta-feira, Abril 27
Eu me sinto tão impotente diante das circuntâncias, e da maneira como elas crescem e tomam conta da minha vida e dos meus afazeres. Ficaria sozinha e isolada de tudo se eu pudesse e já tivesse tudo que quero. E não mais me preocuparia com toda essa bobagem que tentam pregar na minha cabeça. Mas enfim, eu ainda sou eu mesmo, no meio desse amontoado de problemas que se tornou meu corpo, ainda resido. :)
Domingo, Abril 22
Mellon Collie
Viver se perguntando o porque das coisas, se escondendo debaixo da chuva, e emergindo cada vez mais na lama de seus pensamentos. É desânimo e solidão, meu amor... Se afundar entrando em transe, estar em torpor...
A verdade deixa transparecer toda a culpa, oca e superficial, em um lugar onde não se encontra mais nada. É vazio, e agora frio, e perde a cor, de pouco a pouco, como alguém que perde a vida, definha.
Em seus olhos tão marcantes meu coração se aperta, por não conseguir encarar mais a verdade dos fatos.
... se perdeu definitivamente pro mundo.
Faz vômito, e faz menção, de nunca mais ser em vão. Eu escuto, tranco as portas, sinto medo da sua reação.
Imponho nojo, então.
O peso das coisas velhas que caí espancando seu esforço, faz com que não consiga pensar em mais nada, se revoltando... Ela não sabe o que faz!
A verdade deixa transparecer toda a culpa, oca e superficial, em um lugar onde não se encontra mais nada. É vazio, e agora frio, e perde a cor, de pouco a pouco, como alguém que perde a vida, definha.
Em seus olhos tão marcantes meu coração se aperta, por não conseguir encarar mais a verdade dos fatos.
... se perdeu definitivamente pro mundo.
Faz vômito, e faz menção, de nunca mais ser em vão. Eu escuto, tranco as portas, sinto medo da sua reação.
Imponho nojo, então.
O peso das coisas velhas que caí espancando seu esforço, faz com que não consiga pensar em mais nada, se revoltando... Ela não sabe o que faz!
Quarta-feira, Abril 11
manchas
Eu estou aqui!
No meio dessa timidez inadequada, encorajando sorrisos prestes a morrer.
Mas me faz pena na verdade, e acho um pouco de egoísmo também. Mas mesmo assim eu choro como uma criança.
Ela foi atropelada pelo tempo, e esta agora fora de cojitação.
Mal consigo olhar seu rosto, e me sinto nauseada pelo cheiro.
NÃO, não me façam passar por isso, é tudo tão pseudo-fácil que eu preciso me salvar.
Eu ainda choro, pelo tempo desgraçado que passei...
Não me ponha de volta no lugar.
Em ócio comtemplativo, não-vivo!
A beleza se dá intitulada pelos teus sentidos.
Não morra, discorra, não cheire, até em mim chegar...
Preciso de algum ácido que me faça chorar.
Em grades, por partes alheias,
Eu seguro, a sangrar suas veias.
Deslumbrada, deitada ao desafeto,
Destinado a morrer descoberto.
(em um olhar narcisista no espelho da perversão)
No meio dessa timidez inadequada, encorajando sorrisos prestes a morrer.
Mas me faz pena na verdade, e acho um pouco de egoísmo também. Mas mesmo assim eu choro como uma criança.
Ela foi atropelada pelo tempo, e esta agora fora de cojitação.
Mal consigo olhar seu rosto, e me sinto nauseada pelo cheiro.
NÃO, não me façam passar por isso, é tudo tão pseudo-fácil que eu preciso me salvar.
Eu ainda choro, pelo tempo desgraçado que passei...
Não me ponha de volta no lugar.
Em ócio comtemplativo, não-vivo!
A beleza se dá intitulada pelos teus sentidos.
Não morra, discorra, não cheire, até em mim chegar...
Preciso de algum ácido que me faça chorar.
Em grades, por partes alheias,
Eu seguro, a sangrar suas veias.
Deslumbrada, deitada ao desafeto,
Destinado a morrer descoberto.
(em um olhar narcisista no espelho da perversão)
Segunda-feira, Abril 9
"Meus heróis morreram de overdose.
e meus inimigos estão no poder."
Algum dia ainda pago pra ver a desgraça se consumar. De forma que desgaste toda minha mente imunda.
Sem solução, a escorrer por entre os dedos... Não faz parte do meu trabalho.
Eles se erguem e mostram suas caras amaldiçoadas pela terceira vez. Mas cada uma é como se fosse a primeira.
Seus olhos brilham de amor, mas dão medo.
Eu tento driblar as contradições e fazer com que elas estejam do meu lado. Relativamente sãs.
Enfim, eu sou a própria complicação da elaboração de meus conceitos. E eu não tenho nada pra seguir... Mas falo como se precisasse seguir algo.
É um emaranhado de coisas absurdas e que não valem nem a pena serem calculadas...
Deixar com que tudo passe devagar, e me pregar na frente das paisagens mais feias... É o que se vê hoje. Mas amanhã pode mudar.
Uma mão, um prazer, solidão... Tonteira enfim.
Me jogo... Sem morrer, com todo amor que houve nessa vida.
Algum dia ainda pago pra ver a desgraça se consumar. De forma que desgaste toda minha mente imunda.
Sem solução, a escorrer por entre os dedos... Não faz parte do meu trabalho.
Eles se erguem e mostram suas caras amaldiçoadas pela terceira vez. Mas cada uma é como se fosse a primeira.
Seus olhos brilham de amor, mas dão medo.
Eu tento driblar as contradições e fazer com que elas estejam do meu lado. Relativamente sãs.
Enfim, eu sou a própria complicação da elaboração de meus conceitos. E eu não tenho nada pra seguir... Mas falo como se precisasse seguir algo.
É um emaranhado de coisas absurdas e que não valem nem a pena serem calculadas...
Deixar com que tudo passe devagar, e me pregar na frente das paisagens mais feias... É o que se vê hoje. Mas amanhã pode mudar.
Uma mão, um prazer, solidão... Tonteira enfim.
Me jogo... Sem morrer, com todo amor que houve nessa vida.
Domingo, Abril 8
rua em chamas - vozes ecoam - o chão, gelado como vento.
A substancia que exala bem junto do peito,
e a fala, que distrai seu efeito.
Jura me desvair tal em genialidade,
rasgando-se sem perdao em saudade.
Criança louca de voz rouca, canta em tao pouca descrição,
e ao me olhar com sua cegueira, faz da minha cura seu perdao.
E quando voa sem saber pra onde ir,
eu rendida aos prantos me faço em dores pra sorrir.
Teu toque ácido desfaz da vida a beldade,
e o desespero naquele olhar de menina pequena,
brilha para eternidade.
Trás consigo o ardor de toda humilhação,
e nao exita em ser percebida entao.
Seu corpo branco é caminho e misticismo,
quando atravessa esguio a escória da ilusão.
E seu semblante faz ruídos e faz menção,
de nao ter como obedecer minha razao,
vivendo e satirizando seu porque, ela resiste em seu próprio ser.
(brincando de não-ser)
e a fala, que distrai seu efeito.
Jura me desvair tal em genialidade,
rasgando-se sem perdao em saudade.
Criança louca de voz rouca, canta em tao pouca descrição,
e ao me olhar com sua cegueira, faz da minha cura seu perdao.
E quando voa sem saber pra onde ir,
eu rendida aos prantos me faço em dores pra sorrir.
Teu toque ácido desfaz da vida a beldade,
e o desespero naquele olhar de menina pequena,
brilha para eternidade.
Trás consigo o ardor de toda humilhação,
e nao exita em ser percebida entao.
Seu corpo branco é caminho e misticismo,
quando atravessa esguio a escória da ilusão.
E seu semblante faz ruídos e faz menção,
de nao ter como obedecer minha razao,
vivendo e satirizando seu porque, ela resiste em seu próprio ser.
(brincando de não-ser)
Sábado, Abril 7
como céu pode mudar de cor quando encontra o mar?
Enquanto seguro tuas mãos, sendo você
Desejo em um segundo escolher o que ser.
Que isso dure espelhado em seu rosto,
amando sem saber a cor do desgosto.
Se abriga em meu cancer maduro
deslumbrando e prevendo seu próprio futuro.
Eu queria tanto te rasgar ao meio,
fazer com que o sangue langue brote de teu seio.
Um refugio estronda quando tudo se perde,
e atrás de sua sombra maldita um verme se ergue.
Faz menção de deixar seu corpo fino cair,
eu peço que não se vá. ele antes de se jogar, sorri.
E eu queria tanto te rasgar ao meio...
E T E R N I D A D E .
Desejo em um segundo escolher o que ser.
Que isso dure espelhado em seu rosto,
amando sem saber a cor do desgosto.
Se abriga em meu cancer maduro
deslumbrando e prevendo seu próprio futuro.
Eu queria tanto te rasgar ao meio,
fazer com que o sangue langue brote de teu seio.
Um refugio estronda quando tudo se perde,
e atrás de sua sombra maldita um verme se ergue.
Faz menção de deixar seu corpo fino cair,
eu peço que não se vá. ele antes de se jogar, sorri.
E eu queria tanto te rasgar ao meio...
E T E R N I D A D E .
Sexta-feira, Abril 6
take me down
São amedrontados por um toque imprevisto,
ridicularizando as previsões.
Eu queria concretizar o próprio céu, e fazer um estorvo de estrelas.
Pobres, nas mãos dos seus perseguidores...
Sinto o exitar da minha inflorescência, bem no meio dos meus olhos.
ridicularizando as previsões.
Eu queria concretizar o próprio céu, e fazer um estorvo de estrelas.
Pobres, nas mãos dos seus perseguidores...
Sinto o exitar da minha inflorescência, bem no meio dos meus olhos.
Terça-feira, Abril 3
Opinions
Soltar seus demônios enlouquecidos pela febre, aos poucos, abrindo as frinchas das portas, para que eles respirem a enlouquencia dos seus atos falhos. Deixar que eles se desenvolvam por si, cismando a cada estranho passo e tocando as celebres múltiplas de seus traseiros iluminados pelos fárois.
Eles se cansam enfim de tanta agitação, se acalmam no calor de seu cancer, tão profundo e corrupto que posso sentir o cheiro podre daqui de cima.
Uma brotação do cúmulo de seus seios, circundam formando a crosta que eu costumava chamar de amor...
Agora só faz com que eu ache bonito. Todo furor de um sentimento que residia, se foi.
Eles se cansam enfim de tanta agitação, se acalmam no calor de seu cancer, tão profundo e corrupto que posso sentir o cheiro podre daqui de cima.
Uma brotação do cúmulo de seus seios, circundam formando a crosta que eu costumava chamar de amor...
Agora só faz com que eu ache bonito. Todo furor de um sentimento que residia, se foi.